A nossa história
Aurabalancx nasceu da vontade de tornar a alimentação do dia a dia mais leve, sem perfeccionismos e sem complicações. É um blogue feito por entusiastas, para pessoas que queiram comer melhor sem transformar isso num projeto de vida.
Por que existimos
Há demasiadas vozes a falar sobre o que devemos ou não devemos comer. Por entre dietas, modas e promessas, perde-se aquilo que sempre foi simples: a comida feita em casa, com ingredientes reconhecíveis, ao ritmo da família. Criámos a Aurabalancx para devolver espaço a essa cozinha quotidiana — sem fórmulas mágicas, sem rótulos rígidos, com muito gosto pelos detalhes que tornam a mesa um lugar acolhedor.
O nosso ponto de partida é a curiosidade. Lemos, experimentamos, falhamos, voltamos a tentar. Aquilo que partilhamos no blogue é, na maior parte das vezes, o que já funciona nas nossas próprias cozinhas. Não somos profissionais de saúde. Somos vizinhas, colegas, pessoas que partilham uma mesa.
O que valorizamos
Simplicidade
Acreditamos que uma refeição bem pensada não precisa de mais de cinco ingredientes. A simplicidade tira o peso à cozinha do dia a dia.
Sazonalidade
Procuramos cozinhar com o que está na estação. É mais fresco, mais saboroso e, quase sempre, mais acessível ao bolso.
Calma
Defendemos um ritmo lento, mesmo nas refeições mais rápidas. Sentar à mesa, ainda que poucos minutos, faz parte da experiência.
Honestidade
Partilhamos o que vivemos. Sem estatísticas inventadas, sem promessas exageradas. Apenas experiência pessoal e referências abertas.
Quem escreve
A Aurabalancx é escrita por duas vozes complementares. Mariana Salgueiro escreve sobre ritmos calmos à mesa e sobre como pequenos hábitos transformam a forma como cozinhamos. Tiago Vasconcelos foca-se na cozinha prática, no espaço, nos utensílios, na organização que torna a vida mais simples. Nenhum de nós é profissional de saúde. Somos curiosos, leitores ativos e, sobretudo, pessoas que cozinham.
O nosso ponto de vista editorial
Todos os artigos que publicamos seguem três princípios. Primeiro: respeitar a experiência do leitor — não generalizamos, não diagnosticamos, não pretendemos saber o que é melhor para cada pessoa. Segundo: usar referências abertas — quando citamos fontes, fazemo-lo a partir de documentos públicos da Organização Mundial da Saúde, da Escola de Saúde Pública de Harvard e de outras instituições reconhecidas. Terceiro: privilegiar a calma — preferimos sugestões aplicáveis a manifestos vigorosos.
Não publicamos receitas “milagrosas”. Não fazemos parcerias com marcas que prometem resultados rápidos. Não acompanhamos modas alimentares passageiras. Esta moldura editorial é, ao mesmo tempo, uma limitação e uma direção: ajuda-nos a manter o blogue coerente ao longo do tempo.
Vamos conversar
Se quiser partilhar uma ideia, sugerir um tema ou enviar uma pergunta sobre o blogue, escreva-nos. Lemos todas as mensagens e respondemos com calma. Se preferir, pode também marcar uma conversa breve com a Mariana ou o Tiago, ao final da tarde.